Traumas e experiências de abuso
Vivências que continuam produzindo efeitos muito depois de terem acontecido.

Escuta · presença · transformação
A escuta navega e transita por todas elas.
Atendimento presencial em Pinheiros, São Paulo, e online, em Português e Inglês.
Conversar com a MaryAlém da primeira leitura
Às vezes parece que nem existe uma palavra para aquilo que sentimos.
Ansiedade. Compulsão. Tristeza. Crise. Estagnação.
Mas uma palavra raramente conta uma história inteira.
Aquilo que aparece hoje pode carregar experiências, vínculos, afetos e formas de se relacionar construídas muito antes.
Na análise, é possível criar um espaço para olhar para essas relações com mais clareza, sem respostas prontas e sem a necessidade de chegar rapidamente a uma conclusão.
Cada palavra importa. E nenhuma, sozinha, consegue encerrar uma história.
A escuta
Uma escuta que parte da curiosidade pelo que existe além do comportamento visível.
O que se repete.
O que aparece no corpo.
O que é dito e aquilo que ainda não consegue ser dito.
O que parece não fazer sentido, mas continua voltando.
Em vez de impor interpretações ou oferecer respostas prontas, construir o processo junto com cada pessoa.
Fazer da análise um encontro que respeita o tempo, a história e a singularidade de quem chega.
O que pode aparecer na análise
Algumas experiências aparecem de forma muito clara.
Outras chegam como uma sensação difícil de explicar.
Na clínica, acolher adolescentes e adultos em questões relacionadas a:
Vivências que continuam produzindo efeitos muito depois de terem acontecido.
Comportamentos que se repetem mesmo quando racionalmente sabemos que nos fazem mal.
Períodos em que seguir adiante, tomar decisões ou encontrar sentido parece mais difícil.
Formas de se relacionar com o outro que muitas vezes carregam marcas de experiências anteriores.
Situações em que aquilo que ainda não encontrou uma forma de expressão também pode aparecer no corpo.
Momentos em que algo conhecido deixa de existir e uma nova forma de viver ainda está sendo construída.

Mary Esses
O encontro com a psicanálise começou aos 18 anos.
Ao longo da vida, diferentes encontros com diferentes analistas mostraram como uma mesma história pode revelar sentidos distintos quando olhada em momentos diferentes.
A construção dessa escuta começou muito antes da prática clínica.
Durante 25 anos, o trabalho como joalheira exigiu ouvir além dos desejos e preocupações de cada cliente, transformar ideias em formas e compreender que nenhuma peça existe apenas por uma de suas partes.
Foram também 20 anos vivendo em Nova York, atravessando mudanças de país, língua e círculos de convivência — experiências de adaptação, perdas, novos vínculos e reconstruções.
Experiências que hoje se somam à formação clínica e fazem parte da maneira de estar diante de outra pessoa para escutar.
Formação em Psicanálise pelo Centro de Estudos Psicanalíticos — CEP, graduação em Psicologia em andamento e estudos especialmente orientados pelas obras de Sigmund Freud, Melanie Klein e Wilfred Bion.
Participação em grupos de estudos de Bion e supervisão clínica regular.
Uma prática que parte de uma ideia simples, mas fundamental:
não olhar apenas para o comportamento, mas procurar compreender aquilo que o produz.